LOBATO
Rafael Lobato · consignado
Assessoria especializada para quem está construindo ou evoluindo o consignado.
Entro junto com Produto, Tecnologia, Operações e liderança, no trabalho real do dia a dia. Trago repertório de mais de 24 anos para ajudar o time a avaliar decisões, antecipar consequências e construir o caminho até o resultado.

[ Lobato na mesa do time ]
Como atuo dentro do time
Eu não entro para pensar pelo time. Entro para pensar com o time.
Eu entro junto com Produto, Tecnologia, Operações e liderança, no trabalho real do dia a dia. Trago para a discussão o repertório de quem já esteve diante de diferentes produtos, operações, regras e modelos de negócio do consignado — para questionar, articular as partes e antecipar consequências que o time, sozinho, pode não estar enxergando.
Produto
O PM continua responsável por Produto.
Tecnologia
O Tech Lead, pela liderança técnica.
Operações
A Operação, pelo conhecimento operacional.
Liderança
A liderança, pelas decisões que lhe cabem.
Lobato
Traz repertório para enxergar o que a decisão pode provocar.
Minha experiência e minha visão transversal desse ecossistema ampliam a capacidade da organização nos momentos em que decisões importantes precisam ser tomadas.
Meu compromisso é com o objetivo da organização, com independência em relação a fornecedores e tecnologias. Por isso, quando uma decisão merece ser questionada, ela será.
O que eu trago para a discussão
Em mais de 24 anos, não apenas acompanhei a evolução do consignado. Participei dela.
Estive diante de situações diversas, trabalhando com Produto, Operações, Comercial e Negócios, em organizações e contextos diferentes. Essa visão transversal permite avaliar uma decisão não apenas pelo que ela resolve, mas também pelo que pode provocar em outras partes da operação.
É esse repertório que eu coloco na discussão, até ele deixar de ser só meu.
01
Entender o que importa
Separar o que é essencial do que é ruído na decisão.
02
Questionar premissas
Colocar em dúvida o que parece certo antes que vire custo.
03
Enxergar as consequências
Ver o que uma decisão provoca nas outras partes da operação.
04
Antecipar situações
Reconhecer cenários já vividos e colocar as alternativas na mesa.
Nos últimos anos, atuei em diferentes projetos do mercado de consignado, assessorando times e mais de 50 profissionais de Produto, Tecnologia e Operações, em instituições com diferentes portes e estágios de maturidade.
Essa trajetória inclui projetos envolvendo instituições como Banco BMG, PicPay, BMG Seguradora, Banco Semear, Banco NBC, Banco Senff, Banco Pine e BYX Capital, entre outras.
50+
profissionais assessorados em Produto, Tecnologia e Operações
Ao lado desses times, ajudei a tornar possíveis resultados como:
01
Entrada de um dos maiores bancos digitais do Brasil no mercado de cartão consignado.
02
Redução do tempo de pagamento das operações de 8 dias para menos de 10 minutos, em um banco que estava iniciando sua atuação no mercado.
03
Primeira venda de uma esteira de Credit as a Service, viabilizada em menos de 60 dias.
04
Reestruturação do conceito de pricing e adequação de uma operação aos requisitos regulatórios relacionados ao IOF.
Todos esses resultados — e muitos outros — foram construídos pelos times. Times enxutos, times estruturados, times grandes e até equipes extremamente pequenas. Profissionais no início da carreira ou já com uma longa bagagem. Meu papel foi levar repertório, questionar e amparar decisões, articular as diferentes partes e ajudar a encontrar o caminho para que os resultados acontecessem.




O consignado é um ecossistema. Uma decisão em uma área pode produzir efeitos em várias outras. O desafio é entender essas relações e fazer com que as diferentes áreas caminhem na mesma direção.
Produto
Operação
Comercialização
Tecnologia
Resultado
Uma decisão de Produto pode alterar a operação. Uma regra de negócio pode impactar a comercialização. Uma escolha tecnológica pode aumentar custos. Uma decisão operacional pode comprometer a experiência do cliente.
Cada área pode estar fazendo corretamente a sua parte. Ainda assim, uma decisão local pode produzir um efeito muito maior na operação.
“E isso, o que muda lá na ponta?”
Não é um catálogo de serviços. São situações em que eu já estive antes.
01
Entrando no mercado
02
Estruturando um novo produto
03
Transformando a operação
04
Respondendo às mudanças
05
Resolvendo problemas críticos
06
Construção de uma nova jornada
Esse é o trabalho que faço há anos: entrar onde o consignado precisa ser entendido, estruturado ou transformado — de instituições menores a grandes operações, junto de quem está fazendo acontecer.
Antes de propor qualquer coisa, compreendo o contexto e depois identifico onde minha experiência realmente faz diferença.
A assessoria se adapta à realidade da organização, e não o contrário.
Para quem é a assessoria
01Instituições financeiras
Atuo junto com as pessoas de Produto, Tecnologia, Operações e liderança, quando uma decisão precisa ser avaliada pelo que pode provocar em toda a operação.
Quando a instituição está entrando no consignado e a estratégia precisa virar uma operação de verdade
Quando existe operação, pessoas e investimento, mas o resultado não acompanha o esforço
Quando o produto ou a operação precisam mudar e não está claro por onde começar
Quando uma mudança de regra afeta a comercialização e é preciso saber o que efetivamente muda
Quando um problema chegou em produção e é preciso entender rapidamente o alcance e o impacto
02Empresas de tecnologia e outsourcing
Eu entro junto da squad para trazer repertório de negócio para o trabalho cotidiano — ajudando o time a compreender o contexto do cliente, questionar decisões e ganhar autonomia.
Uma squad pode ter excelentes profissionais de Produto, Tecnologia e Gestão e ainda assim não ter domínio profundo de consignado. Eu entro junto com a squad para que o negócio do cliente deixe de ser assunto de uma pessoa só.
Quando a squad entra em um cliente novo e precisa entender o negócio dele rápido
Quando uma squad nova está sendo formada e o conhecimento de consignado precisa existir desde o começo
Quando o negócio do cliente só é compreendido por uma ou duas pessoas da equipe
Quando alguém entra no meio do projeto e precisa alcançar o contexto
Quando a empresa quer ser percebida como quem entende o negócio, e não apenas como capacidade técnica
Meu papel não é criar uma metodologia adicional. É ajudar quem já está executando a estratégia a tangibilizar os marcos e enxergar o caminho até cada um deles. Um exemplo de como uma decisão estratégica vira um caminho concreto:
Um objetivo grande fica gerenciável quando o time entende qual é o próximo marco real.
01 · Decisão estratégica
Liderança
“Precisamos chegar a 1 milhão de cartões.”
02 · Tradução
Lobato, com o time
“O que precisa acontecer para isso ser possível?”
03 · Relações
Produto → Operação → Tecnologia → Comercialização → Resultado
“Se mudarmos isso aqui, o que acontece lá?”
04 · Marcos
1 → 100 → 1.000 → 50.000 → 1.000.000
“O que precisamos validar antes do próximo marco?”
05 · Autonomia
O time
“Nós avaliamos as alternativas e entendemos que o próximo marco é…”
voz do time
voz do Lobato
“Para chegar a um milhão, primeiro precisamos fazer o um funcionar.”
O que fica no time
No começo
“Lobato, o que você acha que devemos fazer?”
Depois
“Temos estas alternativas. O que estamos deixando de considerar?”
Com o tempo
“Nós avaliamos as alternativas e entendemos que o melhor caminho é…”
Conhecimento é o meio. Autonomia é o objetivo.
O conhecimento não fica comigo. Fica no time.

[ retrato contextual · Lobato pensando um problema ]
Está construindo ou evoluindo um produto de consignado?
Não é preciso ter a resposta antes da conversa. Vamos entender onde você está e onde minha experiência pode fazer diferença.
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